Descubra como moda e sustentabilidade se encontram no MUHCAB

Sabe aquele dia que a gente passa por um evento inspirador e sai cheia de ideias? Foi assim no último 5 de dezembro, lá no Museu da História e da Cultura Afro-Brasileira, no Rio. Teve o encontro “Pano pra Manga”, e olha, rolou uma energia tão boa, misturando coisas que estão super em alta: sustentabilidade, ancestralidade e um papo reto sobre proteção de dados.

Logo de cara, teve aquele tema que anda rondando a cabeça de todo mundo: como cuidar melhor dos nossos dados pessoais. Gente, é cada ligação suspeita que aparece… Na oficina, conversei com outras mulheres que estavam tão atentas quanto eu. A Maria Sebastiana, por exemplo, comentou que aprendeu a não compartilhar senhas nem com a vizinha mais confiável — só com família e olhe lá. Ela ainda contou um truque: recebeu ligação de número desconhecido, nem estica o papo. Dá só um “bom dia”, desliga rápido e pronto, fica tudo seguro. Eu faço parecido aqui em casa, porque prevenir ainda é o melhor caminho, né?

Papo sério sobre moda, reciclagem e consciência

Do outro lado do evento, a Camila Costa, que manja tudo de sustentabilidade no SENAI CETIQT, mostrou projetos super legais de moda circular. Eles tinham um jeitinho de unir reciclagem com estilo, tudo feito pra gente pensar um pouco mais antes de sair jogando roupa velha fora. Fiquei pensando muito nisso: quantas vezes, na pressa, a gente não acaba jogando um monte de coisa que poderia virar algo novo?

Ela explicou que estimular essa consciência sustentável nos jovens é uma batalha diária — parece exagero, mas é verdade. Os mais velhos, como ela falou, também precisam enxergar com outros olhos. Às vezes, é difícil desapegar de velhas rotinas, mas é como aprender a trocar a receita do arroz: demora, mas quando pega, vicia. Aqui em casa mesmo, tenho tentado separar o lixo têxtil, mas confesso que ainda patino às vezes. É um passo de cada vez.

Desfile com criatividade — e muito reaproveitamento

No final, teve um desfile daqueles que a gente não esquece. Foram quarenta looks criados a partir de uniformes antigos de uma empresa de energia elétrica. O estilista Almir França assinou as peças, mas quem colocou a mão na massa mesmo foram os alunos — adorei ver a galera nova criando moda cheia de propósito! Almir comentou com a gente que moda é coisa séria, sim, além de ser bonito, carrega identidade e diz muito sobre o que acreditamos.

O mais incrível é que, na visão dele, os professores hoje têm que ir além de ensinar a costurar: têm que incentivar a criar, reinventar, aproveitar tudo que dá. Sabe aquela camiseta encalhada no armário? Podia virar uma bolsa, fácil! É aquela coisa que só a gente entende, porque moda sempre foi sinônimo de criatividade pra driblar a rotina.

A força da união para mudar de verdade

Outra coisa importante foi ver diferentes setores, tipo secretarias da prefeitura, todo mundo junto. Cada um trouxe sua contribuição, de diferentes áreas, pra mostrar que pensar no futuro passa por colaboração. Não basta só as marcas ou quem faz moda querer mudar, né? Precisa do empurrão de todo lado.

No fundo, fica aquela sensação de esperança mesmo. Quando a gente olha pro lado e vê que um monte de mulher também liga pra sustentabilidade, economia circular e se preocupa com segurança digital, dá até um alívio saber que estamos mais preparadas a cada dia.

E, claro, dá pra adaptar aí na sua rotina sem grandes dramas: um passo de cada vez e, sempre que puder, compartilhe boas práticas com quem vive com você. Assim, as coisas vão ficando mais leves e muito mais conscientes.

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