O que a sua cor favorita revela sobre seu estilo e autoestima

Você já reparou como uma cor pode mexer com o nosso humor logo de manhã, na hora de escolher a roupa? Não é só questão de tendência ou “estar na moda”. Tem dias em que a gente acorda animada, cheia de energia, e escolhe logo aquelas peças vibrantes. Em outros, bate aquela vontade de usar só tons neutros ou escuros — quem nunca, né? A escolha das cores vai muito além de deixar o look bonito: elas conversam com nossos sentimentos e, de um jeito ou de outro, acabam contando ao mundo um pouco sobre quem a gente é por dentro.
Já notei por aqui que, em dias em que estou meio borocoxô, acabo puxando pro preto, cinza ou azul escuro. E, quando a autoestima tá lá em cima, vivo me jogando num tom alegre, num batom vermelho, num vestido amarelo… Você também sente isso? Essa pequena decisão faz diferença, não só no espelho, mas até no nosso alto astral.
A Suuh Novais fala muito sobre isso. Ela não é só especialista em moda, mas virou referência nessa ideia de usar o visual como ferramenta de autoestima. Parece simples, mas olhar com carinho para as cores que escolhemos transforma o jeito como a gente se enxerga, sabia? Aprendi que cor não serve só pra sair combinando blusa e bolsa por aí, é sobre sentir que o look realmente representa quem a gente é naquele momento.
Veja só:
O poder das cores no dia a dia
Quando a gente pensa em cor, logo lembra de combinar com a pele ou o cabelo, certo? Mas tem bem mais coisa por trás. Um mesmo tom pode ter efeito diferente de acordo com nosso estado de espírito — tipo aquele vermelho que levanta até a energia depois de uma noite mal dormida. A Suuh diz que as cores ajudam a construir nossa identidade visual. Elas reforçam nossa essência e, de quebra, ainda dão aquele empurrãozinho na autoestima.
Aqui em casa eu mesma já fiz experiência: um dia montei um look todo claro num momento que queria me animar, e não é que a coisa funcionou? Me senti mais disposta só por não me esconder nas cores neutras, sabe? Fica a dica pra quem precisa dar aquela levantada no humor: tenta renovar o guarda-roupa, nem que seja trocando um acessório ou apostando numa combinação diferente.
Cores, contraste e identidade visual
A Suuh explicou algo que achei genial: cor nunca aparece sozinha. Sempre entra em contraste com a nossa pele, o cabelo, até o ambiente. É tipo quando você mistura preto e laranja e o look fica impactante. Ou combina cinza com preto para um ar mais discreto. Eu achava que acertar nessas combinações era dom, mas tem lógica, viu? Dá pra treinar o olhar e aprender o que valoriza mais a gente — e ainda conta o recado que queremos passar pro mundo naquele dia.
Já reparou que, dependendo do que você veste, as pessoas notam diferença no seu humor? Rola aquele “hoje você está radiante!” quando apostamos numa cor viva. Por outro lado, um dia todo de preto pode até dar aquela sensação de elegância, mas, se exagerar, deixa o astral mais baixo mesmo.
Quando vestir é autoconhecimento
Esse papo de cor tem tudo a ver com se olhar de uma forma mais gentil. Sabe aquela amiga que sempre acerta na produção e você pensa: “nossa, ela se conhece mesmo!”? É sobre isso. Ninguém precisa ter um closet dos sonhos — um pouquinho de autoconhecimento e um olhar generoso já ajudam demais na hora de escolher o que vestir. Até porque, se a gente se sente confortável e bonita, reflete em tudo ao nosso redor.
Eu mesma já passei por essas fases de não curtir nada do que via no espelho. Fui descobrindo, com o tempo, que uma blusa bem escolhida, ou uma cor na make, vira aquele empurrãozinho quando a autoestima ameaça balançar. Fica minha dica: experimenta, aos poucos, trazer um pouco mais de cor ou variar as combinações. Só a gente sabe o bem que faz dar esse carinho pra si mesma.
Pronto. É a tal velha história — cor pode ser só detalhe, mas que faz toda a diferença, ah, isso faz.