Cinco respostas de um cirurgião para manter a pele jovem e bonita

À medida que a gente vai ficando mais madura, é inevitável notar algumas mudanças no rosto e no corpo. A pele começa a perder um pouco do brilho, aparecem aquelas linhas que antes só vinham com uma noite mal dormida, e a elasticidade já não é mais a mesma. É normal se olhar no espelho e pensar: será que tem jeito de envelhecer sem perder aquele arzinho de vitalidade?

O que muita gente não conta é que dá sim para passar pelos anos mantendo a pele bonita e saudável. Não existe segredo mirabolante, mas sim cuidados que fazem toda a diferença no dia a dia. E, claro, existem procedimentos — tanto estéticos quanto cirúrgicos — que podem ser grandes aliados, desde que a gente saiba o que combina mais com a nossa essência.

Conversei com amigas e percebi que as dúvidas sobre tratamentos estão sempre na roda. Muita mulher quer entender o que realmente funciona, sem cair em exagero ou esperar milagre. Então, reuni aqui algumas dúvidas comuns sobre cuidados com a pele madura, explicando de um jeito simples, como se fosse um papo entre amigas mesmo.

Nada de se perder no meio de informações confusas ou esperar que uma única receita vá funcionar para todas. Afinal, cada uma de nós é única, não é mesmo?

Por que buscar um envelhecimento saudável faz diferença?

Sabe aquele papo de querer apagar qualquer sinal do tempo? Não precisa ser assim. O mais gostoso é buscar um visual que combine com quem você é hoje. Envelhecer com saúde não tem nada a ver com tentar parecer uma adolescente, mas sim com se sentir bem, viva e cheia de energia.

Vejo por mim: não troco minhas histórias (e até algumas ruguinhas) por nada, só quero continuar com um semblante tranquilo, sem parecer cansada o tempo todo. A ideia é encontrar harmonia — valorizar o que você tem de melhor, sem perder sua essência.

Quando a cirurgia plástica vira aliada nessa caminhada?

Há momentos em que os tratamentos mais leves já não dão conta. E aí, dependendo do caso, as cirurgias plásticas entram como uma ajuda a mais para suavizar sinais. Não é sobre transformar o rosto, mas sim resgatar o contorno, dar aquela levantada no olhar ou remodelar uma área que está incomodando.

Por exemplo, tem o lifting facial, que muita mulher faz quando percebe excesso de pele e flacidez no rosto ou pescoço. Ele ajuda a devolver a firmeza, tirando aquela aparência de cansaço constante. A blefaroplastia — famosíssima — é aquela dos olhos, ótima para quem já sente que as pálpebras estão caídas ou com bolsinha de gordura (sei porque minha mãe fez e se sentiu renovada).

Se a mudança no corpo te incomoda, como gordura localizada ou aquela papadinha típica de quem passa dos cinquenta, lipoaspiração, lipoescultura ou lifting de pescoço podem ser opções interessantes. Aqui em casa, a gente brinca que a papada “herda da família”, mas uma olhadinha no espelho depois de um lifting faz até a autoestima sorrir.

O que são os procedimentos minimamente invasivos?

Hoje, as alternativas menos radicais estão cada vez mais acessíveis e seguras para quem quer resultado natural e menos tempo de recuperação. Tem o botox clássico, que dá uma bela suavizada nas ruguinhas da testa e no famoso pé de galinha. Fácil de fazer, efeito rápido, e você não fica parada pela recuperação.

Para as amigas que sentem o rosto mais murcho ou com aquela carinha de cansaço, o preenchimento com ácido hialurônico é ótimo. Ele devolve volume para bochechas, lábios e até aquele “bigodinho chinês” que irrita tanta gente. E não para por aí: os bioestimuladores, tipo o Sculptra e Radiesse, estimulam a produção de colágeno, então a pele vai ficando mais firme de dentro para fora, num efeito progressivo.

Se você tem manchas (quem nunca?), linhas ou quer dar aquele upgrade no viço, os lasers e peelings renovam a camada superficial da pele e trazem de volta um brilho gostoso de ver. Já testei peeling mais leve e a diferença no toque da pele é nítida.

Por que o planejamento tem que ser individual?

Vou falar a real: não existe receita pronta. Cada pele, cada rosto, cada corpo pede um tipo de cuidado. Às vezes, o que ficou ótimo em uma amiga pode não ser o ideal para você. Por isso, vale muito a pena conversar com um profissional atencioso, daqueles que olham pra sua história, seu estilo de vida e só depois indicam o caminho.

Aqui em casa, aprendi que paciência é tudo. Resultado natural não aparece do dia para a noite, mas a segurança sempre vem em primeiro lugar.

Cuidados diários que fazem toda diferença

Agora, amiga, nenhuma cirurgia ou procedimento vai durar muito se você não cuidar do básico no dia a dia. Beber bastante água e comer de jeito equilibrado, com frutas e verduras, faz uma diferença enorme na pele. Parece papo de mãe, mas é verdade: hidratação reflete no rosto, sim.

Filtro solar é outro segredinho que virou lei por aqui, até em dias nublados. Eu costumo deixar um frasquinho na bolsa — facilita lembrar no corre-corre. E não dá para esquecer de mexer o corpo. Caminhada, aula de dança, qualquer coisa que te faça se sentir viva. Ajuda, inclusive, a dar aquele ar de saúde mesmo sem maquiagem.

Ah, e dormir bem… Esse talvez seja o mais difícil pra quem tem a rotina puxada, mas faz uma diferença gigante na aparência. Acordar descansada é meio caminho andado para sentir a pele mais bonita e até o humor ajuda, né?

No fim das contas, o mais legal é se olhar no espelho e se reconhecer — com os sinais do tempo, mas também com brilho nos olhos que mostra tudo o que a gente já viveu até aqui. Cada detalhe conta, cada escolha importa, e não precisa ser uma busca pela perfeição. O mais gostoso é se sentir confortável na própria pele, do nosso jeitinho.

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